Sobre tatuagens, fé no invisível e coisas que reverberam na nossa alma 💜






Ano passado fiz minhas duas primeiras tatuagens: uma com o nome da minha cachorrinha falecida, a Nutella, e outra com um trecho da música Let It Be dos Beatles. Confesso que sou uma fã tardia da banda. Sempre conheci e ouvi as músicas, graças ao meu pai, mas nunca cheguei a curtir. Virei fã real e descobri muitas músicas após assistir o documentário da Disney, Get Back, sobre eles. Aliás, recomendo! Perfeito!

Mas, a música Let It Be sempre mexeu comigo, desde criança. Desde que eu nem sabia o que a letra queria dizer, eu já era apaixonada pela voz melodiosa do Paul McCartney. Na adolescência, movida pela curiosidade da idade, fui atrás da tradução da música e ela fez total e absoluto sentido pra mim. Tinha descoberto ali minha música da vida. Amigas da época dirão que minhas senhas de e-mail sempre eram LET IT BE ( eu mudei viu povo, kkkkkkkkkk). Pq ela me toca tanto? Pq pra mim, na minha interpretação, ela fala da fé no invisível, numa força maior, numa certeza de que existe algo (DEUS, eu acho) regendo nossa vida e esse vasto Universo. 

Paul Mccartney já disse ter feito a música pra sua falecida mãe, Mary, derrubando por terra a tese de que ele se referia a Nossa Senhora quando falava Mother Mary. Contudo, a música já tinha assumido esse ar mais transcendental na vida das pessoas, inclusive na minha. Ela me acalma, ela me faz ter fé no invisível, ela me conforta, ela me faz sentir amparada. Nada melhor então do que registrar na minha pele o trecho que pra mim é o coração da música: Haverá uma resposta: deixe estar. Toda vez que olho pra essa tatuagem no meu braço eu lembro de que, mesmo quando a gente acha que está completamente só, tem alguém, algo, uma energia, nos carregando no colo 💜

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Somos plantinhas com emocões complicas?