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Mostrando postagens de agosto, 2022

Quando a intensidade é 90% do seu ser 💜

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 Gosto muito dessa frase da Ryane Leão (uma das minhas escritoras preferidas da atualidade) : Jamais peço desculpas por me derramar. De alguma forma, essa frase me traduz em essência. Sou uma pessoa muito intensa: da raiva ao perdão, do amor ao ódio, da simpatia a antipatia, da admiração ao desprezo.  A maturidade e os bons anos me mostraram que é importante saber dosar essa intensidade. Cada vez mais eu pondero sobre os sentimentos e arroubos que me assaltam e tento ser mais racional do que emocional. Mas, apesar de tudo, não peço desculpas por me derramar. Eu gosto de amar intensamente, admirar intensamente e até de ter raivas intensas, que passam tão rápido quanto chegam. Eu gosto de agir com os outros como agiriam comigo, eu gosto de rir, eu gosto de falar, eu gosto de sentir tudo com força. Eu gosto de deixar minha alma escorpianas ser livre pra pecar nos excessos à medida que vou aparando arestas e buscando meios termos. Eu só sei viver assim 💜

O stress faz mal pra pele....e agora?

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Hoje tava lendo sobre os males do stress na pele e a importância de usar produtos que combatem esse processo. Aí parei pra me questionar sobre essa do stress. É fato que o dia a dia, os problemas cotidianos, o trânsito, a inflação, tudo isso pesa na nossa mente, né? É a tal mente apertada, como dizem os baianos. E como a gente cultiva isso dentro da gente. São pensamentos em turbilhão, que vão puxando stress em cima de stress. Desde aquela fechada que a gente levou no trânsito até a dívida no banco.  E aí? Quem poderá nos ajudar? A gente mesmo, sabe? Que tal tirar um minutinho de foco no stress pra dar aquela respirada funda? Dar uma cheiradinha na brisa marítima? Brincar com seu bicho? Ver aquela amiga que faz séculos que tu tá com saudade? Ligar pros seus pais. Ver uma série gostosa e bestinha, cantar alto sua música preferida.....se a gente parar pra pensar, são tantos pequenos momentos que podem dar aquela alimentada na alma! Que tal agora, as 20:30 dessa terça, você alimentar ...

Mais vale ser querido ou nossa saúde mental?

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  Essa imagem aí de cima ilustra um estado de espírito que eu demorei aaaaaaaaaanos (mais precisamente 32 anos) pra adquirir. Em plena pandemia da Covid, aquele caos no mundo, a gente foi obrigado a olhar pra dentro, né? Pelo menos, a grande maioria que ficou de quarentena em casa, foi forçado a fazer esse exercício de autoanálise. Foi só parando pra refletir que eu comecei a desconstruir certas coisinhas dentro de mim. E uma delas foi essa necessidade de agradar todo mundo que o ser humano tem.  O medo de não ser amado, de ficar só, de não ser validado pela opinião do outro faz a gente se diminuir muito. Diminuir nossa personalidade, nossa autenticidade, nossos desejos e preferências. A ponto de, muitas vezes, a gente não reconhecer aquela pessoa que dentro de nós habita. Entramos numa competição feroz conosco mesmo, pra ser mais legal, mais descolado, mais divertido, mais compreensivo, mais presente, pra ter a opinião mais correta, pra saber mais sobre tudo. Nossa, que cansa...

Sobre tatuagens, fé no invisível e coisas que reverberam na nossa alma 💜

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Ano passado fiz minhas duas primeiras tatuagens: uma com o nome da minha cachorrinha falecida, a Nutella, e outra com um trecho da música Let It Be dos Beatles. Confesso que sou uma fã tardia da banda. Sempre conheci e ouvi as músicas, graças ao meu pai, mas nunca cheguei a curtir. Virei fã real e descobri muitas músicas após assistir o documentário da Disney, Get Back, sobre eles. Aliás, recomendo! Perfeito! Mas, a música Let It Be sempre mexeu comigo, desde criança. Desde que eu nem sabia o que a letra queria dizer, eu já era apaixonada pela voz melodiosa do Paul McCartney. Na adolescência, movida pela curiosidade da idade, fui atrás da tradução da música e ela fez total e absoluto sentido pra mim. Tinha descoberto ali minha música da vida. Amigas da época dirão que minhas senhas de e-mail sempre eram LET IT BE ( eu mudei viu povo, kkkkkkkkkk). Pq ela me toca tanto? Pq pra mim, na minha interpretação, ela fala da fé no invisível, numa força maior, numa certeza de que existe algo (DEU...