Somos plantinhas com emocões complicas?

 


Já parou pra pensar que talvez sejamos mesmo plantinhas com emoções complicadas, como diz a ilustração acima? Precisamos de ar puro, água e luz solar pra nos sentirmos vivos, mas precisamos, principalmente, de bem estar. Só que a vida cotidiana muitas vezes impede esse fluxo de bem estar de fluir livremente. São as contas que preocupam, os problemas familiares, os conflitos com os amigos, o trabalho, aquela dorzinha chata, uma ruma de boleto, a política, o vizinho chato. E aí, aos poucos, a gente vai sumindo nesse mar de pequenos grandes problemas. De repente, cadê eu nessa história?

Demorei um bom tempo pra entender que só eu poderia me resgatar desse círculo vicioso. Por mais que você tenha ali amigos e familiares queridos, uma boa equipe de trabalho, um parceiro ou parceira amorosos e companheiros, ninguém (nem mesmo sua mãe) é capaz de te tirar do espiral da dúvida, da confusão, da ansiedade e do medo. Pq é muito interno. Vem de um lugarzinho muito profundo do nosso ser. Mas, sabe o que eu aprendi? Que eu consigo acessar esse lugarzinho, se eu me permitir ficar comigo mesma e tentar silenciar um pouco a conversa interior. Se eu lembrar que eu só posso dar o melhor de mim pro outro, se eu der o melhor de mim pra mim mesma. 

O que eu quero dizer com tudo isso? Se cuide, se ame, se coloque em primeiro lugar. Esteja presente pra quem você ama, mas esteja presente primeiro pra você. E se olhe com carinho, aceite suas fraquezas, identifique no que você pode melhorar e trabalhe nisso. Ninguém faz revolução sem estar bem. E como diz a maravilhosa Ryane Leão: Todas as revoluções que eu desejo começam em mim. 

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